📊 Dashboard
O estado do cofre: o que está guardado, o que anda sendo usado e o que vence.
🔑 Chaves
Os segredos guardados. O valor nunca é exibido aqui — nem para você. Ver a ajuda.
🎯 Escopos
A fronteira: um segredo só é alcançado por um token do mesmo escopo. Cliente aponta para a empresa cadastrada no Acessos — não é lista à parte.
🎫 Tokens de serviço
É com isto que um sistema se identifica. O valor aparece uma vez só, na criação.
📜 Trilha
Tudo que aconteceu no cofre. Imutável.
❓ Como o Bunker funciona
O sistema manda "chama a Gemini pra mim" com um token de serviço. O Bunker confere o escopo, decifra a chave, chama o provedor e devolve a resposta. O sistema nunca vê a credencial.
Se um sistema for invadido, o que vaza é um token revogável — não a chave do cliente.
Mostrar o valor criaria uma segunda via de vazamento (tela, histórico do navegador, print) para algo que só a máquina precisa ler. Precisa do valor de novo? Gere uma credencial nova na origem e cadastre aqui.
SERVIÇO: cifrada com uma chave que vive fora do banco, no servidor. O gateway abre sozinho, às 3h da manhã, sem ninguém por perto.
LACRADA: cifrada com uma senha que só você sabe e que não é salva em lugar nenhum. O servidor não consegue abrir — nem que queira. É onde mora o que nunca deve ser usado por automação.
Esqueceu a senha da LACRADA? Não é o fim do mundo: significa gerar credencial nova na origem (Supabase, GitHub) e cadastrar de novo. Dá trabalho, não é perda permanente.
Registra: quem chamou, qual segredo, qual provedor, o resultado, quanto demorou e o custo estimado.
Não registra o conteúdo das chamadas — nem o que foi enviado, nem o que voltou. Se registrasse, o cofre viraria o maior depósito de dado sensível da casa, que é o oposto do que ele existe pra fazer.